Conheça os 5 principais tipos de tratamento para a piscina

Manter a água da piscina limpa e tratada é fundamental, não apenas pela questão estética, mas principalmente pela saúde e bem-estar. Uma água suja e não cuidada favorece a proliferação de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos altamente prejudiciais à saúde.

Evitar esses problemas é muito mais fácil do que resolvê-los. Existem diversos tipos de tratamento para a piscina que previnem o aparecimento de algas, o esverdeamento da água e o surgimento de micro-organismos. 

Vamos conhecê-los? Continue a leitura e saiba mais sobre cada um deles!

1. Cloro

O tratamento com cloro é o mais comum no Brasil. O produto químico é multifuncional, pois limpa e desinfeta a água, eliminando bactérias, germes e outros micro-organismos nocivos à saúde.

O cloro está disponível no mercado em três formas: pó granulado, pastilha e tablete. Por ser complementar a praticamente todos os outros tipos de tratamento, ele nunca deve ser descartado.

2. Ozônio

É um gás natural com poder bactericida, algicida, fungicida e virucida, porém deve ser completado com cloro para ter eficácia. É compatível com qualquer tipo de piscina (fibra, vinil e azulejo) e de água (rede pública ou poço). 

Não altera a alcalinidade ou o pH da água e pode ser associado a produtos químicos. Porém, pode oxidar o cloro e manchar o revestimento da piscina.

Como precisa de um equipamento complexo — o ozonizador — e eletricidade para funcionar, tem um custo um pouco mais elevado que os demais. Esse equipamento, instalado na rede de circulação da água, transforma oxigênio (O2) em Ozônio (O3) e transfere o gás até a piscina. Necessita de uma casa de máquinas grande.

Além disso, é preciso ter muito cuidado: o gás é tóxico e não pode vazar na piscina ou na casa de máquina. 

3. Sal

Sim, estamos falando do sal que você conhece: o sal de cozinha, que é formado por um átomo de Sódio (Na) e um átomo de Cloro (CI). Quando depositado na piscina libera íons de cloro, por meio de um equipamento de célula eletrolítica. 

As suas desvantagens são o alto custo, pois precisa de manutenção constante e só funciona com energia elétrica e a sua tendência a aumentar o pH da piscina. Além disso, só gera cloro quando o filtro está ligado, não faz supercloração e, no caso de uso intenso da piscina, é preciso complementar o tratamento com cloro.

É preciso ficar atento, também, para não colocar sal em excesso, pois a água pode ficar salgada e não tem como retirá-lo. Por ser corrosivo, ele pode danificar equipamentos.

4. Íon de cobre e prata

Esse tipo de tratamento usa uma tecnologia desenvolvida pela NASA. A ionização funciona a partir de um equipamento automático que emite a quantidade necessária de íons de cobre e prata na água para acabar com as algas e micro-organismos. O cobre é algicida e a prata elimina fungos, bactérias e vírus. 

Entretanto, os íons de cobre e prata não são oxidantes, por isso é necessário complementar o tratamento com cloro. Muitos tratadores relatam que sem adição frequente de cloro, não é possível prevenir o aparecimento de algas.

5. Ultravioleta

O tratamento com raios ultravioleta é feito por meio de um aparelho de descontaminação da água inserido na tubulação. Ele emite um raio de luz ultravioleta C, que atravessa a célula (micro-organismo), penetra pela membrana celular externa, passa por meio do corpo celular e, por fim, rompe o material genético, prevenindo a sua reprodução.

Cabe lembrar que, independentemente do tratamento escolhido, é importante dar atenção a todo o circuito hidráulico, desde o filtro e a bomba, até os drenos, coadeiras e skimmers. Outras medidas fundamentais são a limpeza da superfície com peneiras, a escovação das paredes da piscina e a aspiração do fundo. Tudo isso ajuda na eliminação da sujeira que favorece a formação de algas e bactérias.

 

 

Fonte: poolrescue

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